segunda-feira, outubro 17, 2005

direito à diferença





Porque jamais reconheceríamos a igualdade se não fosse a diferença, o belo se não fosse o feio, o bom se não fosse o mau, o amor se não fosse... o medo!

18 Comments:

Blogger Hipatia said...

A vida é mesmo feita de dualidades :)))

5:44 da tarde  
Blogger a-bordo said...

fiquei a pensar...

10:05 da tarde  
Blogger Mocho Falante said...

é mesmo.... o que seria do equilibrio sem o desiquilibrio...seria uma tristeza pegada!!!!

Beijocas e as melhoras para ti e para o bichano

11:13 da tarde  
Blogger Bastet said...

Olá Mochinho! O gato está catita e eu também estou quase pronta para outra! Livra!!! :)*

É pois Hipatia! Já te disse que gosto dessas pantufas roxas? ;)

Diz-me depois as conclusões a-bordo. :)*

12:08 da manhã  
Blogger The Challenger said...

a diferença é o condimento principal da originalidade!
Tenho dito! :P

1:07 da manhã  
Blogger The Challenger said...

...além de muitas outras diferentes e importantes coisas, está claro!

1:13 da manhã  
Blogger batista filho said...

Também adoro uma salada... a diversidade cultural... mas entristeço-me com as desigualdades sócio-econômicas, motivadas pelo egoísmo e ambição (des)humanas, fazendo com que material e tecnologicamente estejamos anos-luz dos homens das cavernas, mas espiritual e filosoficamente - num estágio pior de embrutecimento que os nossos ancestrais trogloditas.

2:22 da manhã  
Blogger The Challenger said...

Pois que esse embrutecimento é típico do Ser - de existir - humano, tanto agora, como dantes... :( Para a infelicidade dos iluminados, como nós. ;)

10:38 da manhã  
Blogger Bastet said...

É bem verdade baptista filho, o princípio constitucional da igualdade trata-se de tratar de forma igual o que é igual e de forma diferente o que é diferente, com isto se pretendendo precisamente diluir as clivagens e/ou injustiças de qualquer tipo porque pode ser muito injusto tratar de forma igual o que é diferente e vice versa...

11:04 da manhã  
Blogger Bastet said...

A outra questão aqui subjacente e que aposto foi a que deixou o a-bordo a matutar é o "inverso" do amor ser o medo e não o ódio...

11:06 da manhã  
Blogger Zu said...

Eu fiquei a pensar nisso mesmo, Bastet. E se não pudesse parecer muito brejeiro, associava esse medo ao que a foto representa. Mas isto é uma leitura que já passa da enumeração das dualidades.

12:49 da tarde  
Blogger Bastet said...

:) Ó Zu! Bem lembrado! A falta de tomates! Deixa lá ser brejeiro que não há que temer as brejeirices quando elas se ajustam às situações!

1:59 da tarde  
Blogger adesenhar said...

excelente tema...
infelizmente continuaremos a tecer considerações por muitos mais anos, assim reza a história :)

o que seria do branco sem o preto?

e assim deixo aqui o meu contributo neste post :
“Eu tenho um sonho que um dia esta nação se erguerá e viverá o verdadeiro significado de seus princípios: ‘ Nós acreditamos que esta verdade seja evidente, que todos os homens são criados iguais.’ ... Eu tenho um sonho que um dia minhas quatro crianças viverão em uma nação onde não serão julgadas pela cor de sua pele, mas sim pelo conteúdo de seu caráter.”

Martin Luther King Jr.

bastet
:)

12:11 da manhã  
Blogger Bastet said...

Pois é a-desenhar tanto tempo depois continuam actuais alguns sonhos que de tão antigos já haveriam de estar cumpridos.

2:41 da tarde  
Blogger Desconhecida said...

É verdade sim...é a diferença que nos faz olhar com "olhos de ver".

9:19 da tarde  
Blogger Bastet said...

Olá Desconhecida é bom conhecer-te! :) Obrigada pelo teu comentário.

10:32 da manhã  
Blogger a-bordo said...

sabes que tenho ando por fora; mas não foi isso que deixou a minha meditação a meio; foi a seguinte perplexidade: tenho para mim que é apenas o amor que permite vencer o medo; mas emperro no facto óbvio de termos medo de perder o amor; não é uma encrenca lógica; é uma encrenca na minha compreensão. beijos.

7:55 da tarde  
Blogger Bastet said...

Sabes Fernando, o medo de perder o amor talvez signifique um amor incompleto, porque no amor verdadeiro não há medo. Ama-se e pronto. Porque apesar de aquilo que amamos nos poder fugir, nós amamos ainda assim sobretudo ao ponto de deixarmos fugir aquilo que amamos por compreendermos que o verdadeiro amor se revela em liberdade. E a liberdade manifesta-se com coragem, com o amor necessário para vencer os medos.

11:42 da manhã  

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