sexta-feira, junho 17, 2005

delícias de uma noite quente

Servem-se frescas, com as gotas de água de um banho apressado, repartem-se pelas travessas dos teus braços quentes, embebidas em açúcar em ponto de rebuçado.

18 Comments:

Blogger Hipatia said...

Só de te ler, quase que engordo. E não sei bem se não seria uma gordura daquelas por obra do Espírito Santo :))))

12:01 da manhã  
Blogger Bastet said...

Sou perita em lixar dietas :)

12:15 da manhã  
Blogger Zu said...

Soou bem! Gostei da receita ;)

12:19 da manhã  
Blogger Bastet said...

Tem uma grande vantagem, é boa de confeccionar! lololol! :)

12:23 da manhã  
Blogger vague said...

Isto não é nada de pessoal, claro, mas eu cá desconfiava do banho não fosse estar lá algum gato escondido e eu não suportar tanta beleza, qual Janet Leigh em Psycho, no duche (só q ela é mais bonita, azar o dela )

Acho q vou dormir que a minha dor de cabeça voltou.
beijos.

12:55 da manhã  
Blogger Zu said...

Um gato escondido no banho? Hmmm... Por cá só se arranja uma amostra de cão, que não consegue sequer chegar à banheira :))) Fica-se pelo meu colo, e enfia a cabeça em cima do meu braço, mal me deixando escrever!

1:05 da manhã  
Blogger vague said...

Não era de gatos desse tamanho q falava, Zu'inha. Era de um gato cujo local preferido fosse uma casa de banho, entre outros locais preferidos;)
Há casas de banho com muita sorte de assistir aos seus utilizadores e utilizadores com sorte por terem casas de banho assim :D
(Bastet, isto não é conversa cifrada, tem a ver com o mantas-date) :) (eu dp conto)
É que há tantas variantes, (diz quem sabe, claro, que eu nada sei sobre tal assunto) e a imaginação não tem limites para o que se pode fazer numa casa de banho. Até xixi!
eheheheheeheh
(eu hoje acordei assim)
;)

8:21 da manhã  
Blogger Calvin said...

E para os diabéticos? Nada? :oP

1:56 da tarde  
Blogger a-bordo said...

Desculpa este passo de elefante. Mas tenho algumas coisas em atraso e em dívida contigo. Uma formiga, uma história infantil incontável e esta questão: a repetição do erro. Vou então tentar pagar um pouco da última:
Falo por mim. Repetimos o erro, por muitas razões; talvez, em primeiro lugar, porque não somos capazes de conceder que erramos. Não erramos; qualquer coisa se atravessa no modo certo como lidamos com as coisas. Na próxima, se não tivermos azar, se algum demónio não se atravessar, basta fazermos o mesmo, para tudo acabar por dar certo. Quando não dá. Voltamos ao mesmo. Erramos. Mas não estamos errados… Claro que se for assim, faltaria então indagar o que torna tão difícil admitir que erramos.
um beijo

4:57 da tarde  
Blogger Bastet said...

Calvin: nesta receita o açúcar é perfeitamente dispensável!

a-bordo: gosto dos teus passos de elefante e deste erro em atraso que agradeço mas já agora não admitirmos o erro é um erro. Não esqueças a aretha... e, claro, um beijo especial para ti.

10:05 da tarde  
Blogger lena said...

bom dia! :)
os machos já se acertaram! a mãe e o filho também! agora só falta que as pequenas se acalmem com a presença do mano gande :D*

10:05 da manhã  
Blogger adesenhar said...

simpática a tua receita :)

até faz crescer água na boca de ...

2:52 da tarde  
Blogger Bastet said...

:) obrigada, eu gosto desta culinária ;)

2:58 da tarde  
Blogger Noite said...

Tão lindo, tão doce... :)

3:50 da tarde  
Blogger Bastet said...

Olá Noite! Esta é uma receita para qualquer hora do dia mas, conforme diz o título, é especial para Noites! :)

3:54 da tarde  
Blogger Noite said...

Eheheheheh. Obrigadinha, então! ;)

7:57 da manhã  
Blogger carlag said...

Que brincar de palavras doces!;)

12:11 da tarde  
Blogger Bastet said...

São receitas açucaradas daquelas que se derretem no palato e nos fazem sorrir. :)

3:29 da tarde  

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