quarta-feira, maio 18, 2005

encontro de escritores

Hoje, por casualidade, encontraram-se ao jantar uma jovem prostituta licenciada em Sociologia e o primeiro actor a ser contratado para, ao vivo e sem duplos, morrer em cena encarnando um homem-bomba. Falaram de trivialidades, impotência e explosivos potentes, argumentos de vida e de filmes, razões profissionais e humanas e, sobretudo, do serão que os esperava a pôr a escrita em dia neste mundo de sub-dotados.

8 Comments:

Blogger Z said...

Tens o dom de atirar as palavras longe.

9:18 da manhã  
Blogger Bastet said...

E tu com a objectiva captarás o melhor delas :)*

12:39 da tarde  
Blogger AleKsandro said...

Seria o papel da vida dele...
;)

3:42 da tarde  
Blogger vague said...

Tu concentraste em 6 linhas um punhado de pistas, entreabriste mistérios e não consigo comentar...
(sobretudo pq estou atrasadíssima, tb)
um beijo*

8:22 da manhã  
Blogger Bastet said...

Obrigada Aleksandro e Vague. Sabe tão bem saber que passam por cá. :)*

12:05 da tarde  
Blogger vague said...

Ora ;)

Sabes, minha querida (eu ando mais piegas q o costume, ainda bem q ao vivo não sou assim :D),esse texto tem mesmo muito para analisar. Tem aí algo q não bate certo. Ou bate certo demais.... :)

12:42 da tarde  
Blogger vague said...

Acho que sei: não é para ler da maneira comum, mas ler, sopesando a força das palavras que se impõem. E é como disse, há no texto caminhos vários de entendimento, ou melhor, de intuição.

Não sei porque me veio agora à memória esta frase de Clarice Lispector:

"Não procure entender - viver ultrapassa qualquer entendimento"


Bastet, dia bom, querida :)***

9:22 da manhã  
Blogger Bastet said...

Olá Vague! Eu depois até que te explico! :)***

6:25 da tarde  

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