quinta-feira, março 10, 2005

queixas

Ao telefone:
-Vê lá tu que continua com febre e que não me deixou pregar olho a noite inteira...
-Sai aos seus, dá más noites.

5 Comments:

Blogger Alcabrozes said...

Ou a tua mãe, ou então não...
:)

o net pulha

1:20 da manhã  
Blogger The Challenger said...

Este comentário foi removido por um administrador do blogue.

1:25 da tarde  
Blogger The Challenger said...

Este comentário foi removido por um administrador do blogue.

1:26 da tarde  
Blogger The Challenger said...

Ai..., essas noites sem dormir! A tez enruga, empalidece.

1:26 da tarde  
Blogger Ardina said...

Via Zé Filipe da Terra da Alegria (http://terradaalegria.blogspot.com/2005_02_21_terradaalegria_archive.html), o epílogo, minha querida Bastet, por Dostoievski e Mounier:

«Nunca desanime da sua própria fraqueza na busca do amor, e nem sequer tenha muito medo dos seus procedimentos menos bons. Lamento não poder dizer-lhe nada mais consolador, porque o amor vivo, em comparação com o amor sonhado, é uma coisa cruel e assustadora. O amor dos sonhos anseia por uma obra rápida, de satisfação imediata e aos olhos de todos. Aqui, é verdade, chega-se ao ponto de sacrificar a própria vida, só para que a obra não seja muito demorada, mas rápida, como no palco do teatro, e que toda a gente olhe e louve. Ora, o amor vivo é trabalho e paciência e, para alguns, toda uma ciência. Mas vaticino-lhe que, mesmo no momento em que vir, horrorizada, que não se aproximou do objectivo, apesar de todos os seus esforços, antes se distanciou ainda mais dele... profetizo-lhe que, nesse mesmo momento, alcançará de súbito o objectivo e verá claramente sobre si a força milagrosa do Senhor que sempre a amou e guiou.»
Passemos directamente ao filósofo, do capítulo sobre 'O Afrontamento':
«O amor é luta; a vida é luta contra a morte; a vida espiritual é luta contra a inércia material e o sono vital. A pessoa toma consciência de si própria, não no êxtase, mas numa luta de força. A força é um dos seus principais atributos; não a força bruta do poder ou da agressividade em que o homem renuncia a si próprio para imitar o choque material, mas a força humana, simultaneamente interior e eficaz, espiritual e manifesta. Os moralistas cristãos conferem à força esta dimensão total. O principal objectivo que lhe conferiam era a protecção contra os males corporais e sobretudo contra suprema derrocada corporal, a morte; a muitos falta coragem moral, muito simplesmente porque têm medo dos combates (...); muitos são cobardes por egoísmo e falta de imaginação. A vitória interior sobre a morte une estas duas zonas de energia. Uma pessoa só atinge a plena maturidade no momento em que opta por fidelidades que valem mais do que a vida. Debaixo da capa duma filosofia do amor e da paz, abrigou-se, sobre o conforto moderno e as piegas preocupações que este implica, um monstruoso desconhecimento destas verdades elementares. (...) A utopia dum estado de repouso e harmonia, 'reino de abundância', 'reino de direito', 'reino de liberdade', 'paz perpétua', é aspiração para que tende uma tarefa infinita e interminável; não a deixemos apagar-se num sonho pueril. »

10:46 da tarde  

Enviar um comentário

<< Home